ONDINA CARRILHO CRUZ HOME   PAGE

 

 

BIOGRAFIA

 

1920, 10 de setembro, nasce na cidade de STO. ANTÔNIO DE PÁDUA, interior do Estado do Rio de Janeiro, Ondina de Aquino Carrilho Cruz.
O nascimento de Ondina foi, por uma graça particular de Deus, um grande momento na vida de sua família, pois ela nasceu frágil, com problemas sérios de saúde, de tal sorte que nem os médicos acreditavam que ela fosse sobreviver. Uma menina linda e delicada, pequenina, menor do que o normal, a ponto de o médico dizer para sua mãe: "Não se apegue a este "pingo de gente", pois ele não vai sobreviver".
A fé da sua mãe, Lira de Aquino, e do seu pai, Otacílio Carrilho, não esmoreceu e eles fizeram uma promessa a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro: "Se a Senhora curar a nossa filhinha, ela carregará por toda a vida uma medalhinha sua." Nossa Senhora atendeu ao pedido, e Ondina já teve a proteção de Maria desde recém-nascida.
Era a segunda filha do casal, compondo o quadro de 8 filhos, sendo eles: Marina, Carlos Augusto, Álvaro, Altamiro, José Luiz, Leda e Renato.
A menina cresceu em saúde, idade e graça. Sempre se destacou no seu meio. Após a 5ª série primária, não pôde continuar os estudos, devido a uma crise econômica por que a família passava. Mas não esmoreceu: usando da sua grande inteligência, pegava os livros de suas colegas que continuavam o ginásio e estudava sozinha, chegando ao ponto de ensiná-las em particular. Assim, autodidata, ela se desenvolveu.
Jovem, alegre e bonita, era uma excelente dançarina e muito disputada pelos rapazes de seu tempo. Versátil, tornou-se uma exímia nadadora no rio Pomba, de sua cidade, de onde salvou algumas pessoas, inclusive um de seus irmãos, Altamiro Carrilho, célebre flautista.
Na missa dos seus quinze anos, ela se sentiu motivada a trabalhar para os mais necessitados. O sermão era para lembrar as virtudes de São Vicente. Como ela diz em uma de suas poesias: "O Sermão não era para mim, não... Mas ficou gravado no meu coração!"
E iniciou nesse período, uma ação social que percorreu toda a sua vida, num amor incansável aos pobres.
Casou-se em 29 de janeiro de 1942 com José de Oliveira Cruz, aquele que seria seu companheiro de fé, amigo por toda vida. Ondina e Cruz percorreram 46 anos de vida matrimonial, vivida na harmonia e no serviço social, pois também ele se destacava pela fé e amor a Deus e aos pobres. Tiveram 12 filhos, dos quais hoje 10 ainda estão entre nós, sendo um deles Sacerdote, da Congregação que recebeu a incumbência do Papa Pio IX de difundir a devoção a N. Sra. do Perpétuo Socorro, a Congregação Redentorista. Os outros nove, todos se casaram e lhe deram 25 netos e 4 bisnetos.
Desde os seus 15 anos, Ondina já tinha dentro do coração "pensamentos em forma de poesia"; mas, só depois de muitos anos de casada, ela começou a escrever esses pensamentos. Assim a partir de 1970 começou a surgir a Escritora.
Escrevia e guardava: As oportunidades foram surgindo e Ondina declamava. Já ganhou medalha de honra ao mérito por uma de suas poesias, placa de prata pelo seu trabalho poético e teve suas poesias declamadas em rádios, publicadas em jornais, semanários, tanto em São Gonçalo, cidade onde mora, como em Niterói e até em folheto litúrgico em São Paulo.
Participou de muitos concursos de poesias. Em todos os locais onde as apresentou foi sempre elogiada e parabenizada pelo seu trabalho.
E agora, quando chega aos 80 anos, está publicando o seu primeiro livro completo, com toda a sua arte.
Desejamos que, com esse trabalho, todos conheçam um pouco mais essa senhora, que, por sinal e graça de Deus, também é minha Mãe.


PE. LUIS ROGÉRIO CARRILHO CRUZ. C.Ss.R
 

Capa do Livro publicado em 2000
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Foto na Festa de Lançamento do livro

 

 

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Música: É primavera

 

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