ONDINA CARRILHO CRUZ

LANÇAMENTO DE NOVO LIVRO

"Descobrindo Deus nas Pequenas Coisas"

Dia 07 de maio de 2010,  às 19:30 horas

Auditório da Universidade Estácio de Sá

Shopping São Gonçalo

 

prefácio do livro

À GUISA DE PREFÁCIO
Os originais deste livro chegaram-me às mãos por intermédio de um grande amigo, Carlos Henrique Carrilho Cruz, filho de Dona Ondina, como é chamada a autora pelas muitíssimas pessoas que lhe estão próximas. Acho que foi a melhor maneira de conhecer estes textos: trazidos pela ternura do filho, portador da simpatia, da delicadeza, da fé e da esperança da mãe.
Dona Ondina conta histórias de sua vida; na verdade conta “a” história da presença de Deus em sua vida; como na Bíblia, Deus não está no fogo, não está na tempestade, não está nas ventanias que levantam a poeira do deserto: está na suave aragem do fim da tarde, como está nestes textos que nos comovem delicadamente e nos permitem conhecer uma vivência espiritual de recortes comovedores.
O Deus de Dona Ondina é pai e mãe. Por isto é criador e é sustentador. As histórias são marcadas por aquilo que, como filhos, recebemos. São dessas coisas que nos acontecem e muitas vezes nos perguntamos de onde vieram sem que saibamos a resposta. O pai e a mãe não fazem propaganda daquilo que oferecem a seus filhos nem dão a eles qualquer coisa que peçam. Apenas distribuem seus dons, tanto materiais quanto espirituais, na medida em que os filhos necessitam, limitados pelo que podem fazer. Deus, pai e mãe, não conhece limites, mas faz tudo dentro de uma proporção humana, segundo a capacidade de quem a Ele recorre. Muitas vezes, para ver a ação de Deus é necessário ter a vivência de amor e de carinho que se expressam nestes textos.
O Deus de Dona Ondina está encarnado nas realidades humanas. Nas histórias deste livro, Ele nunca é um intruso e nunca está presente com a pose de um mágico. Tudo parece natural. Quase estranharíamos se não acontecesse exatamente aquilo que a autora conta. Como o vento que sopra, como a onda que bate sempre, como um beijo suave ou como um abraço apertado, Deus vai se fazendo presente, não porque venha de longe, de outros astros ou das infindas distâncias do espaço, mas porque está aí, sempre esteve, fazendo parte do nosso mundo, com as pessoas, com as plantas, com os animais.
O Deus de Dona Ondina é espírito. As histórias nos trazem a fortaleza, explicam nossa vida e a relação entre as criaturas e destas com o Criador. O sopro não apenas constrói a realidade como compete a nós no dia-a-dia do nosso fazer. Faz mais, faz com que levantemos nossas mentes, com que cresça a nossa esperança, com que nos integremos nas verdades comuns que às vezes estão escondidas debaixo do incessante rodopiar do mundo, com suas distrações e tropeços. As histórias nos ensinam que sozinhos nada podemos, mas que na comunhão somos fortes porque participamos do Espírito que nos congrega.
Para nos encantarmos com as histórias de Dona Ondina, não precisamos ter ou sentir um Deus de uma determinada maneira. Este encantamento que ela nos traz nos remete a uma realidade superior, àquela que os bons filósofos e até os teólogos não sabem definir. Por isto, quando somos capazes de sentir esta realidade, sabemos que, apesar de nossos males e de nossa pequenez, fazemos parte do grandioso que nos escapa. É exatamente este encantamento que nos traz o livro: permite-nos subir e vivenciar momentos da espiritualidade que este mundo conturbado necessita.
Danilo Gandin,
Novembro de 2008

 

 

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